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O perfil do empreendedor do futuro – Você se enquadra?
31 de julho de 2019

O perfil do empreendedor do futuro – Você se enquadra?

Hoje em dia, saber lidar com a mudança e com a transformação é pré-requisito para qualquer atividade profissional. Com aqueles que dirigem instituições e ocupam cargos de liderança, não é diferente. Se hoje essa já é a realidade, a tendência é que, num futuro nem tão distante assim, ela se torne ainda mais intensa.

Dessa forma, o perfil de quem empreende ou deseja empreender exige habilidades e repertório para lidar com esse dinamismo ao gerenciar os negócios. Confira algumas das características desse empreendedor do futuro:

  1. Desbravador

O primeiro passo para o fracasso é fazer o que todo mundo já faz, da mesmíssima maneira. Buscar novas formas de se fazer negócio não é mais um diferencial, mas obrigatoriedade. O mercado consumidor exige isso. Pensar diferente, quebrar paradigmas e romper com as tradições é necessário, não apenas ao inventar novos produtos e serviços, mas também na própria maneira como isso tudo é produzido.

Os grandes líderes não pensam apenas em enriquecer, mas em impactar a sociedade atual, com modelos disruptivos de se fazer negócios.

  1. Ousado

Essa inovação toda exige outra habilidade do empreendedor do futuro: a capacidade de correr riscos. Pesquisa e planejamento são o dia a dia dos grandes gestores, e assim deve ser. Mas, na hora de tomar decisões, o risco não é algo a ser temido.

Isso requer, também, um novo modelo mental, no qual o erro não é visto como derrota definitiva, mas como fonte de conhecimento e aprendizado, de modo que essas ideias que inicialmente deram errado possam ser lapidadas até constituírem um projeto de sucesso.

O perfil do empreendedor do futuro – Você se enquadra?

  1. Tecnológico

Modelos de negócios inovadores só são possíveis hoje em dia por conta dos avanços tecnológicos que foram realizados. Para o futuro, novas pesquisas e tecnologias prometem revolucionar ainda mais a forma como as coisas são produzidas, comunicadas, comercializadas e utilizadas pelas pessoas.

Num processo total de integração entre o mundo físico e o mundo digital, não há escapatória: quem não souber como aproveitar essas novas tecnologias perderá valiosas oportunidades de negócios. A velocidade com que as coisas tornam-se obsoletas ficará cada vez mais alta. Conhecimentos de mercado e de tecnologia deverão ser vistos como investimentos, nunca como despesas.

  1. Questionador

A todo instante, será preciso executar e refletir sobre aquilo que se executa. Por que fazemos o que fazemos? Por que alguém se interessa por isso? De que forma estamos nos comunicando com o público? É possível melhorar a qualidade do que vendemos? É possível reduzir custos e aumentar a produtividade, de alguma forma?

É sabido que os padrões sistematizam o trabalho em qualquer empresa, mas eles tendem a “cegar” os colaboradores, que ficam presos num sistema tradicional, sem que se questionem se ele ainda vale a pena. Líderes e funcionários precisam se reunir para questionar esses métodos, ainda que não haja resposta certa ou errada. É preciso refletir constantemente para dar continuidade às tarefas do modo como são, ou para propor novas formas de realizá-las.

  1. Engajador

Nessa nova era, o conhecimento precisa transitar de forma clara e sem muitos empecilhos entres os diferentes atores dos empreendimentos – funcionários, parceiros, patrocinadores, fornecedores e demais envolvidos precisam estar conectados, pois cada um tem sua importância e contribuição a realizar.

Os líderes, nesse sentido, devem promover o encontro, tornando cada envolvido acessível ao outro. Disciplinando a execução de cada projeto, devem supervisionar, orientar e auxiliar os colaboradores para alcançar a excelência. Isso só é possível quando o propósito, isto é, o objetivo de cada ação estiver muito claro na mente de cada colaborador. A unidade e a união devem prevalecer.


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